Que gesto de amor. Aos 2 anos, a menina Lucy Meline faz uma doação de medula óssea e salva a vida da irmã mais velha, Emma, de 5 anos, diagnosticada com uma doença rara e grave. Hoje, 6 meses após o transplante, as duas estão juntas em casa e mais unidas do que nunca.
A história aconteceu em Salt Lake City, nos Estados Unidos. Emma foi diagnosticada com anemia aplástica, uma doença rara em que a medula óssea deixa de produzir as células do sangue. Sem o transplante, as chances de recuperação eram muito pequenas.
“Ela está percebendo que a Lucy salvou a vida dela. As duas têm um vínculo muito especial agora”, contou a mãe, Amanda Meline, em entrevista à revista People.
Doença descoberta por acaso
Tudo começou quatro dias antes do Natal de 2025, quando Amanda percebeu uma erupção e um inchaço na perna de Emma.
O pediatra pediu exames imediatamente. A primeira notícia trouxe alívio: não era leucemia. Mas veio outra preocupação.
Os exames confirmaram que Emma tinha anemia aplástica, uma doença rara que pode surgir em qualquer idade e impede a medula óssea de fabricar novas células sanguíneas. Dependendo da gravidade, ela pode colocar a vida do paciente em risco.